Durante o mês de novembro a Igreja Metodista em Caldas Novas completou mais um ano de vida e missão. Era o seu 46º aniversário. Tive o privilégio de ser um dos convidados para ministrar nesta maravilhosa festa no dia 22 de novembro.
O pastor Bruno Herculano e sua esposa Denilde receberam a mim e minha esposa Margarete com muito amor e alegria em sua casa.Compartilho aqui as minhas impressões sobre a Igreja em Caldas Novas e também as minhas expectativas à respeito desta igreja.Ao chegarmos à cidade, perguntamos em um estabelecimento comercial, onde fica a Igreja Metodista. O comerciante, também evangélico nos respondeu: “Uma igrejinha pequena...?” a igreja metodista...? Depois de recebermos as informações em um tom de desdém, chegamos ali no domingo na parte da manhã, na Escola Dominical para ministrarmos uma Palavra para toda a igreja em classe única. Fomos recebidos pelos irmãos com simpatia e amor. O Templo não estava cheio, mas havia um bom grupo de irmãos e algumas crianças com muita disposição e alegria. Vi logo de cara uma igreja que está vivendo em um momento novo. Inclusive com um projeto de crescimento e expansão. Um baner estava exposto na entrada do templo: “Um Templo Novo, para um Novo Tempo”.
O pastor abriu a Escola Dominical e logo começou um empolgante louvor. Cantaram-se alguns cânticos e um hino de nosso hinário. O pastor trouxe alguns avisos à igreja e um deles me chamou a atenção. Tratava-se de um trabalho para atrair os jovens e adolescentes da cidade para a igreja: “A Parada Obrigatória”. A mocidade da igreja e alguns irmãos mais velhos saíram pelas ruas do centro da cidade, em um caminhão tipo trio elétrico, distribuindo panfletos, evangelizando e com um grupo de teatro com jovens de caras pintadas, chamando muito atenção de todos. Fiquei sabendo depois que esta não era a primeira vez que eles fizeram esta “parada”. Inclusive na igreja já havia alguns frutos desta parada integrados aos irmãos.
À noite tivemos um culto maravilho. O Templo estava lotado. Mais uma vez, o louvor foi ministrado com muita unção. Podemos perceber o mover do Espírito Santo nos corações. A Palavra foi ministrada e muitas pessoas vieram à frente para orar. Não dá para relatar neste texto tudo o que vimos ali. Mas de uma coisa minha esposa e eu temos certeza: Não estávamos em uma igrejinha. Estávamos no meio de um povo ávido por Deus e pelas almas perdidas. Estávamos no meio de um povo que sonha em ser uma igreja relevante naquela cidade para a glória de Deus.
Pr. Gilberto Oliveira Rehder